Uri Geller e colunista do L! analisam Fla sem Guerrero e com Damião
MatériaMais Notícias
da esport bet: O Flamengo entrará em campo nesta noite, às 21h45 (de Brasília), contra o Palmeiras, para brigar pela liderança do Campeonato Brasileiro. Sem desfalques inicialmente, o atacante Paolo Guerrero se sentiu mal na última terça-feira (13) e poderá ficar de fora do grande duelo. Leandro Damião deve ocupar seu lugar, como já vem acontecendo.
– Todo grande time tem que ter dois jogadores que colocam a bola para dentro. Na minha época tinha o Claudio Adão, Nunes, Luisinho. O professor Zé vai ter um ótimo problema para resolver. Particularmente, vejo que os dois podem jogar juntos, porque o Damião sai pelos lados. O Guerrero é mais um cara que fica dentro da área para as finalizações e fazendo a parede – comentou Júlio CésarUri Geller, campeão Carioca em1978 e 1979, e Brasileiro, em 1980.
Ele ainda comemorou o atual momento do Fla, destacando a importância do meia Diego, e se mostrou confiante para a partida e o título do Campeonato Brasileiro.
– Que bom que o Flamengo agora tem opções. São dois grandes jogadores. É uma disputa sadia. Fico feliz e espero que o Zé encontre uma forma de organizar o time. A equipe já está dando sinais de sobrevivência, com a chegada do Diego as jogadas saem redondas. É só ver que o Jorge e o Pará subiram muito de qualidade. Nos jogos fora de casa o Zé pode dar uma encolhida e dentro pode atacar. Acho que ele tem o melhor time do Brasil. Torço muito por ele, pelo Leandro e pelo Guerrero, que são meus ídolos, gosto muito dos dois – completou o ídolo rubro-negro.
RelacionadasBrasileirãoBlog do Janca: Torcida do Flamengo ‘invade’ bares de São Paulo para assistir a ‘final’Brasileirão14/09/2016BrasileirãoL! relembra o dia em que o Flamengo superou o Palmeiras na casa do rival e partiu rumo ao título em 2009Brasileirão14/09/2016FlamengoEm seu melhor momento, Fla faz jogo do ano, mas ignora clima de ‘decisão’Flamengo14/09/2016
da dobrowin: O colunista do LANCE!,André Kfouri, também analisou os jogadores. Segundo ele, o time de Zé Ricardo, a princípio, não sofre muitas mudanças quando tem os atacantes alterados.
– São jogadores que fazem papéis semelhantes. Quando esse papel é bem feito, como nas últimas atuações do Damião, não muda nada. O que importa é o desempenho – disse.