Na CPI, presidente do Santos diz que agentes são 'gigolôs do futebol'

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da betway: A atuação de empresários e empresas nos contratos de atletas de futebol foi um dos temas debatidos na audiência pública da CPI do Futebol, nesta quarta-feira, que contou com os depoimentos dos presidentes do Santos, Modesto Roma Jr., e São Paulo, Carlos Miguel Aidar. O tema surgiu na reunião quando os dirigentes explicavam os motivos para a crise financeira dos clubes brasileiros, entre eles o de jovens atletas que vão jogar no exterior antes mesmo de jogarem como profissional no Brasil.

da 888casino: – Há uma verdadeira dependência dos meninos que saem da base e vão para essas pessoas que as seduz de diversas formas. É preciso que se acabe com esses gigolôs do futebol – comentou Modesto.

Para o presidente do Santos, há a necessidade de se criar uma legislação para proteger os atletas da atuação dos empresários, principalmente na formação de jogadores.

– Os atletas são comprados hoje com colares e apitos, da mesmo forma como ocorria no tempo da colonização. A Fifa deu o primeiro passo para a atuação desses agentes mas hoje já percebeu o grande erro que cometeu – criticou o dirigente santista.

Por sua vez, o presidente do São Paulo citou que os clubes precisam distribuir melhor suas receitas para sair do atual cenário de crise financeiro.

– É um absurdo os clubes viverem só do dinheiro da TV. É preciso ter um conjunto de coisas para não ficar refém dessas cotas – afirmou Aidar, que afirmou que a dívida financeira do São Paulo está na casa dos R$ 270 milhões.

O dirigente são-paulino comparou ainda a situação financeira dos clubes com o das entidades.

– É verdade que as federações são ricas e os clubes são pobres, mas as federações são bem geridas e os clubes não. Os times deveriam pedir o repasse desse montante para ser utilizado no desenvolvimento do futebol – completou Aidar.

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